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Integrantes de projetos sociais do Tribunal assistem palestra sobre violência doméstica

                  Participantes dos projetos sociais do TJRJ conversaram com a psicóloga Márcia Valéria Guinancio sobre violência doméstica “Não confunda amor com abuso”. Essa foi a frase que encerrou o vídeo apresentado aos integrantes dos projetos sociais Começar de Novo, Jovens Mensageiros, Inclusão Legal e Justiça pelos Jovens do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ). Na tarde desta quarta-feira, 15 de abril, eles estiveram reunidos no Auditório Desembargador Antônio Carlos Amorim para assistir uma palestra sobre violência doméstica promovida pela Secretaria-Geral de Sustentabilidade e Responsabilidade Social (SGSUS).   A atividade foi comandada pela psicóloga Márcia Valéria Vicente Guinancio, que atua junto aoNúcleo de Promoção de Políticas Especiais de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar (Nupevid) e à Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência (Coem).  Após a exibição do vídeo em formato de animação que ilustrava situações vividas por uma mulher em um relacionamento abusivo, Márcia fez alertas aos ouvintes sobre questões comportamentais que podem levar aos casos de violência e promoveu explicações sobre as formas em que ela pode se manifestar.   “Muitos meninos são educados através da violência, seja com outros colegas ou com as meninas. Mas será que é possível pensar em um outro modelo?  Nós não queremos mais o modelo de relacionamento em que o homem se acha dono, controlador, e quer definir roupa, cor do batom, ou até mesmo se a companheira vai estudar, se o amigo dela é bom ou não. Somos diferentes, mas iguais em direitos”, afirmou a psicóloga.   Integrante do projeto Inclusão Legal, Jasmin Alves Almeida já foi vítima de violência doméstica e compartilhou sua trajetória de vida com aqueles que estavam ao seu lado no auditório, fazendo questão de se colocar como exemplo para que outras vítimas possam ter coragem e denunciar situações semelhantes.  “Eu acho interessante poder debater esse tema, principalmente para que os homens entendam que gênero, raça e crenças não nos tornam diferentes e que o ‘sexo frágil’ não existe mais. Eu fui vítima e ainda é difícil falar sobre isso, mas eu tenho esperança de que tratar esse assunto de forma aberta pode mudar as pessoas e servir como exemplo para que elas não se calem.” PB*/IA *Estagiário sob supervisão Fotos: Felipe Cavalcanti/TJRJ  
15/04/2026 (00:00)
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